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Kuntz, Rolf Nelson

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Works: 7 works in 9 publications in 1 language and 26 library holdings
Roles: Thesis advisor, Author
Publication Timeline
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Most widely held works by Rolf Nelson Kuntz
Escravos, súditos e homens a noção de consentimento na polêmica locke-filmer by Maria Cecília Pedreira de Almeida( Book )

1 edition published in 2006 in Portuguese and held by 15 WorldCat member libraries worldwide

O tema deste estudo é a tradução poética, onde a complexidade em campo tradutório é maior. Para transpor a barreira lingüística e adentrar em outro âmbito cultural, é preciso um condutor que seja um "elo" entre culturas, o tradutor. Assim se constrói essa "ponte necessária", que traz e leva a voz de outros, permitindo que códigos lingüísticos se tornem compreensíveis nessa grande Babel. A busca pela palavra ideal na tradução poética passa por uma série de detalhes que dependem do texto original. Está o tradutor atado a ele, não em posição de servilismo, mas de uma fidelidade para com o essencial, o "espírito" da obra. Na leitura atenta do texto-fonte e na interpretação estão as soluções que não devem ser aleatórias, nem arbitrárias, dependem de fatores inerentes à própria tradução. O bom tradutor será coerente, terá bom senso, honestidade e respeito (com o texto, com o autor, consigo mesmo e com o leitor), ampla cultura geral e predisposição à pesquisa. Complementa este estudo a tradução completa da prosa poética espanhola Platero y Yo, de Juan Ramón Jiménez, Nobel 1956, e o cotejo e comentários de trechos da mesma com sua tradução ao português. A prática tradutória é baseada na "transcriação" ou "recriação", defendida pelos irmãos Campos (Haroldo e Augusto) na tradução poética. Atualmente, a tradução é ato que equivale à escrita de um texto novo, com valor de original. Atingir o outro lado da ponte é com
Capitalismo e natureza ensaio sobre os fundadores da economia politica* by Rolf N Kuntz( Book )

2 editions published in 1982 in Portuguese and held by 4 WorldCat member libraries worldwide

Inflação e deflação by John Maynard Keynes( Book )

2 editions published between 1976 and 1978 in Portuguese and held by 2 WorldCat member libraries worldwide

Qual o futuro dos direitos? : Estado, mercado e justiça na reestruturação capitalista by José Eduardo Faria( Book )

1 edition published in 2002 in Portuguese and held by 2 WorldCat member libraries worldwide

O princípio da razoabilidade na Nova Lex Mercatoria by Everardo Nóbrega de Queiroz( Book )

1 edition published in 2000 in Portuguese and held by 1 WorldCat member library worldwide

Uma das questões mais controversas do Direito é a questão das fontes jurídicas da nova lex mercatoria. A análise dessa questão pertence, obviamente, ao escopo da Filosofia do Direito. A abordagem adequada dessa questão requer um exame do papeldos princípios em um ordenamento jurídico. Em consonância com a relevância atribuída aos princípios na teoria dos direitos de Dworkin, interpretamos a questão da juridicidade das regras e padrões na nova lex mercatoria como uma questão relativaa princípios. A nova lex mercatoria é um ordenamento jurídico cujo princípio fundamental é o princípio da boa-fé. Esse princípio deve ser entendido como uma formulação alternativa do princípio da razoabilidade. Os padrões jurídicos da boa-fé nanova lex mercatoria devem ser considerados como padrões objetivos dos usos do comércio internacional, submetidos ao princípio regulador da razoabilidade. A presente investigação revê os argumentos das principais doutrinas correntes da nova lexmercatoria. Examina também as origens da crise da teoria do consentimento, base das doutrinas tradicionais do direito comercial. Por último, ela explica como os padrões jurídicos são concretizados no contexto da arbitragem comercialinternacional
Direito e poder em Jean Bodin : o conceito de soberania na formação do Estado moderno by Alberto Ribeiro de Barros( Book )

1 edition published in 1999 in Portuguese and held by 1 WorldCat member library worldwide

A teoria da soberania de Jean Bodin (1529/30-1596) tem sido avaliada como incoerente, por impor limites a um poder definido como perpétuo e absoluto. O propósito desta tese é mostrar que a teoria bodiniana dispõe de uma consistência interna, quepode ser descoberta quando a teoria é interpretada a partir de seus fundamentos teóricos e práticos, seus princípios, seu processo de desenvolvimento e seu contexto. Para isso, analisa o pensamento jurídico e político de Bodin, percorrendo suasvárias fases, desde a formação do projeto de um direito universal até a exposição mais sistemática do conceito de soberania em Os Seis Livros da República (1576)
Maquiavel e os partidos by Mário Luiz Guide( Book )

1 edition published in 1999 in Portuguese and held by 1 WorldCat member library worldwide

Os partidos políticos são hoje considerados componentes essenciais das democracias. Houve um tempo, no entanto, em que as divisões internas eram julgadas prejudiciais ao Estado. Esta opinião foi questionada por Maquiavel. Nos "Discursos sobreaPrimeira Década de Tito Lívio", ele sustentou que o contínuo enfrentamento entre a nobreza e o povo foi uma das causas da liberdade e da grandeza de Roma. Divisões políticas poderiam ser, segundo ele, altamente benéficas à vida pública eàestabilidade das instituições. Então, por que a república florentina foi tão severamente prejudicada por divisões internas? A resposta a essa questão depende de uma comparação cuidadosa entre a natureza e o alcance dos conflitos políticosemRoma e em Florença. Na Roma republicana, a luta entre a nobreza e o povo foi causa de "boas leis e boas instituições". Houve estabilidade política enquanto se pôde canalizar o conflito através de estruturas institucionais. Os patrícioseramrepresentados no Senado. A plebe tinha seus interesses e direitos defendidos pelos tribunos. Nesse período, as forças políticas foram mantidas em equilíbrio e os cidadãos puderam viver segundo o domínio da lei. A história dos conflitosnaFlorença republicana foi muito diferente. Derramamento de sangue foi uma conseqüência freqüente das disputas partidárias. A rivalidade entre os "grandes" e o "povo miúdo" foi uma nota constante da política. Mas os "grandes", assim como o"povo", eram tamb ́
 
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Kuntz, Rolf N.

Kuntz, Rolf Nelson.

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